Tim Festival 2006
30 10 2006Este site já cobriu Tim Festivals melhores, em termos de programação. O que não significa dizer que o evento em São Paulo tenha sido ruim, a começar pela dádiva que foi a transferência do Anhembi para o Tom Brasil. O som não estava muito bom, mas certamente estaria ainda pior no local originalmente planejado para os shows. A organização, no mais, foi boa.
Acabei perdendo o Mombojó. O TV on the Radio conseguiu ser ainda melhor que o esperado. Showzaço. Tocaram “Dreams”, “Staring at the Sun”, “Wolf Like Me”, ao menos uma inédita… Trata-se mesmo de uma banda única, que merece cada uma das boas resenhas que vem recebendo no mundo todo.
Assista: TV on the Radio - Dreams (ao vivo no Tim Festival 2006)
Quanto ao resto… O show do Thievery Corporation foi uma salada de idéias e estilos. Chato, dentro da expectativa. O Yeah Yeah Yeahs fez tudo o que se esperava da banda. Ou seja, um show sujo, cru e animado pela agitação da Karen O, que tem mesmo uma presença de palco incrÃvel. Teve “Date with the Night”, “Maps”, “Y Control”… Não teve “Way Out”.
Ao Daft Punk coube fechar a noite. A pirotecnia trazida para o Brasil foi comparável ao show da banda que vi em maio, no Coachella. No cheap stuff. Achei que uma parte considerável do público arredaria o pé antes do fim, temendo a segunda-feira braba. Engano meu, pois ficou claro que a grande maioria das pessoas estava lá para ver os franceses transformarem o Tom Brasil em uma boate gigante. Naquele momento, se lia sem muita dificuldade na cara das pessoas que, apesar dos pesares, estavam justificados os salgados R$180 por um ingresso.
Fotos:
Comentários : 3 Comentários »
Categorias : Video, Eventos

















Pouco antes de sair do ar este site puxava o saco de Not on Top (2005), então último disco do
Chato pacas este Born in the UK, novo do Damon Gough (aka Badly Drawn Boy). O disco, que faz referência clara a Bruce Springsteen, supostamente trata da infância de Gough no Reino Unido.
O disco novo do Damien Jurado já está rolando na rede desde a semana passada. And Now I’m Your Shadow, oitavo full-lenght de Damien em nove anos, agora o apresenta acompanhado de uma banda permanente. O principal não foi alterado: o cara continua fazendo canções folk como poucos.
Nota mental:
Um disco que tenho escutado bastante é o homônimo trabalho de estréia do Whitest Boy Alive, novo projeto do Erlend Øye (Kings of Convenience). A banda é quase tão minimalista quanto o KoC, com guitarras pouco distorcidas, bateria discreta e vocais sempre bem à frente.
Outro disco muito legal é o début dos ingleses do Tap Tap, Lanzafame. Às vezes lembra uma versão caseira e lo-fi do Arcade Fire. Em outros momentos, soa como Kinks e Beach Boys… O disco todo é bom, mas não consigo parar de ouvir a segunda faixa, “She Doesn’t Belong”.
Calexico - Carried to Dust (2008)





Últimos Comentários